Manchester Triage System in Primary Health Care: a New Hosting Way?

Authors

  • Danielle de Araújo Moreira Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Hanna Beatriz Bacelar Tibães Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Renata Cristina Rocha Batista Universidade Federal de Minas Gerais
  • Cecília Maria Lima Cardoso FCV-Sete Lagoas,, Minas Gerais
  • Camila da Silveira Santos Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Maria José Menezes Brito Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.3823/1860

Keywords:

Primary Health Care, Host, Screening

Abstract

Background: The Manchester Triage System is considered a breakthrough in the Brazilian health system. However, to use it with resoluteness and legitimacy, it is essential that professionals and managers reflect on the work process at each point of the health care network. The aim of this article was to analyze the Manchester Triage System as a host strategy in the context of primary health care. 

Methods and Findings: It is a qualitative research whose study scenario was the primary health care of a municipality in the metropolitan region of Minas Gerais. The participants were 22 professionals. Data were collected through semi-structured interviews between March and May 2014. The answers were submitted to content analysis technique proposed by Bardin. The results showed that the use of the Manchester Triage System in primary care interferes with the creation of bonds, equity of care and the actions recommended at this point of the health care network. A limitation of the study is the fact that professional only from one municipality of Minas Gerais have been investigated.

Conclusions: It is concluded that the time of screening can only set up on an opportunity to humanized meeting and gather information that can support the full and continuous attention when professionals can articulate the use of hard technologies with the use of soft technologies in daily work. More research was needed to contribute to the understanding of the applicability of the STM in the PHC and on the necessary adaptations to that assistance to urgencies and emergencies occur and resolution to reduce the influence on daily practices of professionals and ensure the continuous, comprehensive care to patients.

Author Biography

Danielle de Araújo Moreira, Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Enfermagem Aplicada

References

Matta GC, Morosini MVG. Atenção Primária à Saúde. In: EPSJV (Org.) Dicionário da Educação Profissional em Saúde. 1.ed. Rio de Janeiro: EPSJV, Fiocruz; 2009. Disponível em:<http://www.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/ateprisau.html>Acesso em: 17 mar. 2015.

Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS. Brasília; 2004; 32 p.

Brasil. Ministério da Saúde. Acolhimento e Classificação de Risco nos Serviços de Urgência. Série B – Textos Básicos de Saúde. Brasília; 2009; 60 p.

Assis MMA, Nascimento MAA, Franco TB, Jorge MSB. Produção do cuidado no Programa Saúde da Família: olhares analisadores em diferentes cenários [online]. Salvador: EDUFBA; 2010; 180 p. ISBN 978-85-232- 0669-7. Disponível em: SciELO Books <http://books.scielo.org>Acesso em: 17 mar. 2015.

Freitas LFC, Moreira DA, Brito MJM. A continuidade do cuidado na perspectiva do ser cuidado. Cogitare Enferm 2014 Out-Dez;1(4): 694-700.

Brasil. Ministério da Saúde. Acolhimento à Demanda Espontânea. In: Cadernos de Atenção Básica; 2011; 60 p.

Soares S, Lima L, Castro A. O papel da atenção básica no atendimento às urgências: um olhar sobre as políticas. JMPHC. J Manag Prim Health Care 2014 jul; 5(2):170-77. Disponível em: <http://www.jmphc.com/ojs/index.php/01/article/view/214/147>Acesso em: 30 Jun. 2015.

Minas Gerais. Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. SES promove reunião para discutir Protocolo de Manchester; 2012. Disponível em: <http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/story/3548-ses-promove-reuniao-para discutir-protocolo-de-manchester-sesmg> Acesso em: 20 mar. 2015.

Brasil. Ministério da Saúde. Acolhimento à Demanda Espontânea. In: Cadernos de Atenção Básica; 2012; II:15-23.

Bardin L. Análise de conteúdo. São Paulo: Ed.70; 2011; 229 p.

Scholze AS. Acolhimento com classificação de risco para a Estratégia Saúde da Família: a prática em uma unidade docente-assistencial. Ver Bras Med Fam Comunidade 2014; 9(31):219-26, Disponível em: <http://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/637>Acesso em: 17 mar. 2015.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.048, de 05 de novembro de 2002. Propõe a implantação nas unidades de atendimento às urgências do acolhimento e da triagem classificatória de risco. Diário Oficial União. 05 de novembro de 2002. Disponível em: <http://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/portaria_2048_B.pdf>. Acesso em: 20 de julho de 2015.

Coutinho AAP, Cecílio LCO, Mota JAC. Classificação de risco em serviços de emergência: uma discussão da literatura sobre o Sistema de Triagem de Manchester. Rev Med Minas Gerais 2012;22(2): 188-98.

Torres HC, Lelis RB. Oficinas de formação de profissionais da equipe saúde da família para a gestão do acolhimento com classificação de risco. Cienc enferm 2010;16(2):107-13.

Merhy EE, Onocko R. Agir em Saúde: um desafio para o público. São Paulo-Buenos Aires: HUCITEC, 1997; 385p.

Santos TVC, Penna CMM. Demandas cotidianas na Atenção Primária: o olhar de profissionais da saúde e usuários. Rev Texto Contexto Enferm, Florianópolis 2013 Jan-mar;22(1): 149-56,

Franco TB, Merhy EE. Cartografias do Trabalho e Cuidado em Saúde. Revista Tempus Actas de Saúde Colet 2012;6(2): 151-63.

Carli R, Costa MC, Silva EB, Resta DG, Colomé ICS. Acolhimento e vínculo nas concepções e práticas dos agentes comunitários de saúde. Texto Contexto Enferm, Florianópolis Jul-Set 2014; 23(3):626-32.

Kawata LS, Mishima SM, Chirelli MQ, Pereira MJB, Matumoto S, Fortuna CM. Os desempenhos da enfermeira na saúde da família – construindo competência para o cuidado. Rev Texto Contexto Enferm, Florianópolis, Out-Dez 2013;22(4): 961-70.

Frank BRB, Viera CS, Ross C, Obregón PL, Toso BRGO. Avaliação da longitudinalidade em unidades de Atenção Primária à Saúde. Rev Saúde Debate, Rio de Janeiro 2015;39(105):400-10.

Andrade AM, Brito MJM, Silva KL, Montenegro LC, Caçador BS, Freitas LFC. Organização das Redes de Atenção à Saúde na perspectiva de profissionais da atenção domiciliar. Rev Gaúcha Enferm 2013;34(1):111-17.

Souza CC, Toledo AD, Tadeu LFR, Chianca TCM. Classificação de risco em pronto-socorro: concordância entre um protocolo institucional brasileiro e Manchester. Rev Latino- Am Enfermagem jan- fev 2011;19(1): 26-33.

Downloads

Published

2015-12-03

Issue

Section

Primary Care

Most read articles by the same author(s)